A vida sempre nos surpreende, eu hoje percebi um problema meu, que antes eu não admitiria, assisti ao filme Um diário de uma ninfomaníaca, eis que me mudou a vida e me permitiu admitir como eu sou.
Minha primeira relação quase sexual foi com o (vou atrás de ver o nome que já postei aqui) percebi que não fiz referência à ele ainda, seu nome é Platão. Eu tinha somente 12 anos, mas fizemos coisas bem interessantes para quem está nessa idade, apesar de ser algo prematuro eu acreditava que não deveria ter relações sexuais com ele, não ainda, além de eu me achar nova pra lidar com esse tipo de pressão, eu ainda o achava um safado sem noção, logo não fiz com ele nada mais do que frescar.
Meu segundo namorado, esse sim, insitiu tanto que terminei por transar na sala de minha casa com meu pai no quarto, começava minha odisséia e minhas dores de cabeça moral.
Meu terceiro “namorado” não foi lá essas coisas, por culpas e seres possuindo meu corpo acabei por fazendo na escada do meu prédio, fugi dele como quem foge da cruz, pois ele tentou se matar quando eu disse, já chega né.
Meu quarto grande amor foi o homem da minha vida, o sexo com ele era uma descoberta, apesar de muito tempo juntos, ele fazia questão de manter as coisas sempre ativas, e eu experimentei com ele momentos deliciosos e surpreendentes. Foi minha primeira vez em um carro, sem fumê, no frio, foi bom descobrir que o perigo era um elemento a mais.
Meu quinto “namorado”, ele que me perdoe as aspas, mas afinal não sei nem quando começou só ainda relembro com dor de cabeça quando terminou. Tem um apetite sexual que muitos duvidariam, uma amiga minha duvida, não é pra tanto, ele não parece ser o que ele é capaz de se tornar na cama, em parte por que eu gosto de coisas bem esquisitas, mas com ele o sexo é divino, é mágico e não mais possivel.
Conversando com ele sobre o quão ele mexe comigo, ele se sente como um dos maiores fodedores da terra, mas para se fazer uma boa transa é preciso duas pessoas e eu bem lembro que ele foi a minha pior de todas, de todos os tempos e todas as décadas e de todas reencarnações, dou graças por tê-lo dado uma segunda chance.
Este último é meu último namorado, mas não minha última transa…
Alguém tem um dorflex, a dor de cabeça moral voltou.