Redlady

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Como parar de errar?

Em Coisas em 12/10/2010 às 16:33

Eu sempre escrevo pra mim, mas depois que eu entrei este link à “ninguém” devo confessar que me perpassa escrever diferente, mas aposto o que tenho que ele jamais entrou aqui novamente, por isso, vamos lá.

Sabe quando você erra ou mente e as coisas começam a se somar e a aumentar e tomam proporções completamente inesperadas e nada mais consegue consertar o que você falou ou fez? Nossa tem sido assim comigo nos últimos dois anos, eu tento fazer algo para que eu não “saia por baixo” ou me sinta bem comigo mesmo, mas acaba sempre, eu disse e repito, sempre acaba comigo me sentindo magoada e o efeito é completamente diferente do que eu jamais pensaria que acontecesse, cadê meu dom? Pois é, jaz em algum lugar dentro de mim.

Devem existir somente dois caminhos: O silêncio ou a verdade. Você poderia escolher?

Vivendo Diferente

Em Idéias em 11/10/2010 às 10:32

Listas e mais listas, não adianta colocar em listas, não adianta pesar atitudes, comportamentos, caráter, personalidade, arrogância, idiotismos, colocar vida ao lado de vida, eu continuo pensando “E como seria? E se?…

E Se?? Acorda.. FODA-SE!

Não depender de mim, faz com que tudo esteja consumado, pelo amor de Deus… segue em frente.

Vazio…

Em Coisas em 02/10/2010 às 13:00

Tudo se perdeu um pouco, isso aqui ficou sem sentido, visto que há dois, três posts eu informei que algo se partiu. Estou tentando agora no pós-meio-inicio-fim de namoro tentar reconstruir, por vezes sinto novamente a presença dela em mim, da mentora que um dia eu tive, mas ela não se prolonga, quando ela se vai eu fico perdida, sem noção de tempo, de lugar, e volto a necessitar estar com alguém.

Nunca fiquei solteira, desde meus 12 anos eu tive namorados e “namorados” eu sempre preciso estar cuidando de alguém, mas meu sonho era achar quem cuidasse de mim, mas eu não podia, pois a forma de achar era essa, e que eu reconheceria ele, na mesma hora.

Hoje eu não me reconheço mais, estou de novo tomando atitudes estúpidas e vivendo estupidamente sem rumo, respirando por default.

Preciso suspirar.

Surpreendente revelação

Em Coisas, Descoberta em 28/09/2010 às 12:57

A vida sempre nos surpreende, eu hoje percebi um problema meu, que antes eu não admitiria, assisti ao filme Um diário de uma ninfomaníaca, eis que me mudou a vida e me permitiu admitir como eu sou.

Minha primeira relação quase sexual foi com o (vou atrás de ver o nome que já postei aqui) percebi que não fiz referência à ele ainda, seu nome é Platão. Eu tinha somente 12 anos, mas fizemos coisas bem interessantes para quem está nessa idade, apesar de ser algo prematuro eu acreditava que não deveria ter relações sexuais com ele, não ainda, além de eu me achar nova pra lidar com esse tipo de pressão, eu ainda o achava um safado sem noção, logo não fiz com ele nada mais do que frescar.

Meu segundo namorado, esse sim, insitiu tanto que terminei por transar na sala de minha casa com meu pai no quarto, começava minha odisséia e minhas dores de cabeça moral.

Meu terceiro “namorado” não foi lá essas coisas, por culpas e seres possuindo meu corpo acabei por fazendo na escada do meu prédio, fugi dele como quem foge da cruz, pois ele tentou se matar quando eu disse, já chega né.

Meu quarto grande amor foi o homem da minha vida, o sexo com ele era uma descoberta, apesar de muito tempo juntos, ele fazia questão de manter as coisas sempre ativas, e eu experimentei com ele momentos deliciosos e surpreendentes. Foi minha primeira vez em um carro, sem fumê, no frio, foi bom descobrir que o perigo era um elemento a mais.

Meu quinto “namorado”, ele que me perdoe as aspas, mas afinal não sei nem quando começou só ainda relembro com dor de cabeça quando terminou. Tem um apetite sexual que muitos duvidariam, uma amiga minha duvida, não é pra tanto, ele não parece ser o que ele é capaz de se tornar na cama, em parte por que eu gosto de coisas bem esquisitas, mas com ele o sexo é divino, é mágico e não mais possivel.

Conversando com ele sobre o quão ele mexe comigo, ele se sente como um dos maiores fodedores da terra, mas para se fazer uma boa transa é preciso duas pessoas e eu bem lembro que ele foi a minha pior de todas, de todos os tempos e todas as décadas e de todas reencarnações, dou graças por tê-lo dado uma segunda chance.

Este último é meu último namorado, mas não minha última transa…

Alguém tem um dorflex, a dor de cabeça moral voltou.

Retomada

Em Coisas, Descoberta em 26/09/2010 às 16:38

Como tudo na vida, largamos tudo e todos que nos deveriam causar comoção e partimos solitários para uma vida sem sentido, sem motivos pra respirar, o psicológico nos diz que não respirar é muito bom, pois sem essa função vital, já não há vida. Mas e meu propósito de vida, qual seria? Eu jamais descobriria. Como odeio largar as coisas por fazer, acredito que seja importante eu esperar para ver o que vem por aí.

Falemos sobre minha dificuldade de dizer Não. O que diabos é isso, da onde surge isso? Psicólogos indicam que eu não ouvi “não” em minha infância, amigos falam que isso é bobagem que eu devo só e tão somente só me importar comigo. Mas eu sou diferente, algo de muito ruim me acontece quando preciso dizer não pra alguém.

Quando criança papai andava sempre sofrendo com maldades do titio e eu via em seus olhos a dor de ter ouvido um não, ele me falava que: Eu nunca, jamais, fizesse à alguém algo que eu não gostaria que fosse feito comigo. Acho que isso é meu lema, meu honesto lema. Pois quando estou assim desolada sem rumo, sem lugar pra me virar, eu penso em pedir algo a alguém, a quem quer que seja para que me tire desse desespero que me preenche os dias e a alma e o que tenho ouvido são Nãos, são conselhos que não me ajudam, são frases ocas de não fique assim, de deixe pra lá, de não se importe.
Devo morrer e nascer novamente para que eu possa pôr em prática tais conselhos, pois minha vida sempre foi assim, me importar… simplesmente me importar, com tudo, com todos, com qualquer coisa, me importar se aquele cara de ontem a quem esteja há minutos na tentativa de entrar de ré na rua movimentada e eu parei todos atrás de mim por ele e ele uniu arrogância nos infernos, não me agradeceu e me colocou com o carro transpassado na via, e eu sentia atrás de mim pessoas com ódio de minha atitude. Eu simplesmente me importo.

Se existe algo que me magoei é eu me sentir assim e não ter ninguém pra enxergar a dimensão do que sinto, a tristeza, o nó que está na minha garganta me comendo os pensamentos, me magoando de um jeito que eu não suporto estar presa dentro de mim. E se eu encontro uma amiga a quem eu deveria ter como amiga e conto 1 milionésimo de como estou e como anda meu dia, ela usa esse milionésimo pra me humilhar na primeira oportunidade que surge: “É por isso que ninguém suporta você e todos querem sair de perto de você, só eu te suporto”, pois bem, obrigada por me suportar e me fazer ver que nunca tive amiga e adeus. Não perco grandes coisas, pois se não estou de carro ela não quer suportar estar do meu lado, de carro ela percorre grandes distancia fingindo interesse em minha vida, mas pra tentar ser honesta com ela, que espero que nunca leia isso, ela é um pobre ser parasita que necessita de um macho alfa pangaré para lhe oferecer mordomias, enquanto outro macho alfa sem noção a satisfaz na cama, não é um ser que eu deseje sequer remotamente parecer. Mas deixemos o resto pra depois, pois a peixinha parasita estar por vir, sou uma ótima companhia pra levá-la ao treinamento de carro.

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